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POLÊMICA NA CÂMARA
 

 

Câmara monitorada



O jornal Estado de Minas publicou na edição da última segunda-feira, dia 19, uma reportagem sobre as câmeras de vídeo que foram instaladas na Câmara Municipal de Sabará. Conforme a matéria, que compara o fato a um “big brother”, todas as salas da sede da Câmara- exceto a da presidência- estão sendo observadas desde março e a decisão de monitorar os cômodos teria sido do presidente da Casa, Marcus Aurélio de Oliveira, com o objetivo de garantir a segurança do local. Ainda segundo a matéria, “há quem reclame da invasão de privacidade e desconfie da utilidade do monitoramento”. Esta semana o presidente da Câmara foi procurado pela Folha de Sabará para esclarecer o assunto, mas preferiu não comentar o fato.

Opiniões
A vereadora Fabrícia Duarte, que concedeu entrevista à reportagem do Estado de Minas, foi procurada pela Folha de Sabará para dar sua opinião. Ela diz que segurança é necessária, mas analisa a atitude do presidente como “contraditória”. “Eu sei que segurança é necessária em qualquer lugar, mas acho que ele foi contraditório quando justificou dizendo que teve assalto no anexo 1. Como que ele não coloca uma câmera onde teve o problema? Na recepção do anexo 1 não tem, e nem no anexo 2. Como ele alega que é segurança se dentro da sala dele é o único lugar que não tem câmera?”, questiona a vereadora. “Não acho que seja desnecessário. Eu acho que faltou direcionamento adequado na hora da aquisição desses equipamentos porque, querendo ou não, é um investimento e não é atribuição do presidente ficar monitorando câmera de segurança. Ele está dentro do gabinete dele e está vendo tudo o que acontece. Não sou contra segurança, pelo contrário, mas desde que tenha um direcionamento adequado”.


Já o vereador Nilson Santos afirmou à Folha que trata-se de uma medida correta e necessária visando à segurança. “Hoje nós vivemos em uma sociedade onde até aqui mesmo em Sabará o índice de violência contra o patrimônio e contra as pessoas aumentou muito. Lembro que dias anteriores à instalação das câmeras houve um furto no anexo 1. O autor conseguiu levar materiais de escritório da recepção. A polícia agiu e a situação foi contornada. Na sede da Câmara ocorreram furtos de celulares, fatos que hoje já não se repetem mais. Com relação ao funcionamento do circuito, eu aposto na idoneidade e na capacidade de cada um dos funcionários da Câmara e tenho certeza de que o tal circuito instalado não os inibe no desempenho de suas funções”, comentou. Sobre o fato dos anexos e da sala do presidente não possuírem câmeras de monitoramento, Nilson Santos, que disse não se sentir constrangido com a iniciativa, respondeu que acredita que os outros anexos receberão o material. “O gerenciamento da Câmara é efetuado em cima de orçamento, e nós acreditamos que na seqüência da gestão da mesa será sim instalada nos outros anexos. Para este ano o orçamento nos permitiu instalar na sede. Na minha opinião, na sala do presidente não há porque existe uma anti sala com duas secretárias que controlam muito bem o entrar e o sair”.

O vereador Obadias Lopes também foi ouvido pela Folha. “A criminalidade está avançada e não é só Sabará que possui este circuito interno. Em outras Câmaras isso também existe”, declarou, citando a de Belo Horizonte. Para ele, as câmeras garantem a segurança dos vereadores, dos funcionários e das pessoas que transitam pelo local, já que se trata de um lugar público e com vários documentos. “Vemos Fóruns serem assaltados e terem queimados os documentos. Se tivesse circuito interno daria segurança. Sou a favor e tenho certeza de que isso vem contribuir em termo de segurança para a Câmara. Houve assalto no anexo 2 onde eu tenho meu gabinete. Roubaram telefone e cadeiras. Se tivesse câmera na entrada inibiria o assalto. Até no Centro de BH tem câmera, na Praça Sete e na Andradas. Isso está inibindo a criminalidade e por este lado é bom. Todos os lados hoje têm câmera como em supermercado e em repartição pública. Por que uma polemica dessas?”, questionou. Obadias Lopes é vice-presidente da Câmara sabarense.

O vereador Luiz Lage disse à Folha de Sabará que concorda com o equipamento justamente por garantir a segurança. “Eu concordo. Isso é para dar segurança porque temos documentos importantes aqui”.

O vereador Jéferson Lima, que concedeu entrevista ao Estado de Minas, disse à Folha que não iria comentar o assunto, e Dirlei Prates informou que “não tomou conhecimento da publicação e que, por enquanto, não iria se manifestar”. Os demais vereadores sabarenses também foram procurados pelo jornal ontem, quinta-feira, mas não foram localizados até o fechamento dessa edição.





 
Edição: 654
Postado em: 11/23/2007 3:31:57 PM
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