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CULTURA

APRENDER DENOVO
 

       Em julho deste ano, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Portugal, reuniram-se para decidir o futuro da língua portuguesa. O objetivo é unificar e padronizar a língua em todos os países que falam português. As mudanças, no entanto, ainda dependem da aprovação do protocolo por Portugal e Cabo Verde. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa existe desde 1990, mas nunca foi implementado, pois precisava da aceitação de todos os oito membros da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa). A partir de janeiro de 2008, o Brasil pretende fazer as alterações nas regras gramaticais. Portugal ainda não decidiu se vai aderir à unificação.

Em entrevista à Folha de Sabará, a assessoria de imprensa do Itamaraty, órgão responsável por assuntos internacionais, afirmou que o português é a terceira língua ocidental mais falada, após o inglês e o espanhol, e a ocorrência de várias ortografias atrapalha a divulgação do idioma e a sua prática em eventos internacionais. No site do Itamaraty há informações sobre as modificações propostas no acordo. Calcula-se que 1,6% do vocabulário de Portugal seja modificado. No Brasil, a mudança será bem menor: 0,45% das palavras terão a escrita alterada. Segundo o site, apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.

No dia 14 de setembro, a Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa (Colip), da Secretaria de Educação Superior (MEC), se reuniu para discutir a implantação do acordo ortográfico da língua portuguesa no Brasil. O presidente da comissão, Godofredo de Oliveira Neto, disse no site do MEC que a reunião serviu para definir o processo de introdução das novas normas no Brasil e os prazos para que os livros e outras publicações sejam adaptados à nova ortografia. Neto explica que os outros países que já assinaram o acordo, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, também estão trabalhando no mesmo processo em suas localidades. Segundo a regra da Comissão dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o acordo já pode entrar em vigor, porque três países já o aceitaram.

Com a reforma, várias regras gramaticais serão alteradas. O trema deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados, e o alfabeto passará a ter 26 letras com a incorporação de mais três: "k", "w" e "y". Também não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem". O acento circunflexo em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo", também cairá. O acento também deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para" (preposição).

A professora de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira do Colégio Augustos, Edna Umbelino, diz que a unificação do português será importante mas que a implantação das mudanças trará dificuldades. “Será complicado para as editoras porque tudo que já foi publicado até hoje estará desatualizado. E mais, as mudanças não serão assimiladas rapidamente pelos brasileiros”, ressalta. Segundo Edna, as escolas terão que ter muita paciência e os professores terão que se preparar. “O educador terá que estudar bastante, tomar conhecimento das mudanças para depois passar as informações com segurança e sem ansiedade. As crianças terão dificuldades nas regras de ortografias já assimiladas e terão que ser re-ensinadas com muita paciência para que não se confundam. Mas, com o tempo, a gente se adapta a tudo”.

  
O que muda na nossa língua:

ACENTO CIRCUNFLEXO
As paroxítonas terminadas em “o” duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de “abençôo”, “enjôo” ou “vôo”, os brasileiros terão que escrever “abençoo”, “enjoo” e “voo”.
 
ACENTO AGUDO
Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”. O certo será assembleia, ideia, heroica e jiboia.
 
ACENTO DIFERENCIAL
O acento deixará de ser usado para diferenciar “pára” (verbo) de “para” (preposição).
 
TREMA
O trema desaparece completamente. Estará correto escrever “linguiça”, “sequência”, “frequência” e “quinquênio” ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência e qüinqüênio.
 
CRIAÇÃO DE ACENTOS
AGUDOS
Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como “louvámos” em oposição a “louvamos” e “amámos” em oposição a “amamos”.
 
ALFABETO
O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de “k”, “w” e “y”.
 
HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"
 
 
 
 
 
 
 
Edição: 648
Postado em: 10/5/2007 10:14:31 AM
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