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RESGATE SEU FILHO ENQUANTO HÁ TEMPO
 

 Crianças e adolescentes, ricas ou pobres, em qualquer parte do mundo têm as mesmas necessidades como alimentar, vestir, divertir, brincar e acima de tudo precisam de carinho, atenção, afeto e limite para que cresçam e se tornem adultos responsáveis e equilibrados. Neste mundo modernista e consumista, onde tudo parece ser normal, onde as pessoas sempre respondem isso não tem nada haver! Os jovens estão se perdendo nas drogas, farras, prostituição, violência, numa gravidez precoce e sem responsabilidade. Estão interrompendo suas vidas na fase mais bonita. O ciclo natural da vida está se invertendo. Hoje são os pais que enterram seus filhos, sem que eles tenham crescido, estudado e constituído uma família. O que será que está acontecendo? Por que os pais não conseguem mais controlar seus filhos?

Para a presidente do (CMDCA) Conselho Municipal de Direito da Criança e do Adolescente, Tânia Pugêdo, isso se resume em falta de referência do papel da família e dos ensinamentos bíblicos. “Hoje muitos lares são rompidos com a separação dos pais ou às vezes até existe a presença de um pai e de uma mãe, mas não existe uma relação de respeito. Os pais entraram na modernidade, não procuram saber onde e com quem seus filhos saem, não marcam hora para chegarem e nem se importam se eles não pedem benção. Isso já está virando libertinagem”, lembra Tânia. Para ela é preciso que os pais despertem para o que estão perdendo e tome seu papel de responsáveis pelos filhos no intuito de orientar, acompanhar, direcionar, verificar e estar junto, porque o que têm feito é depositar essa responsabilidade na sociedade e nas escolas.

Uma moradora do bairro Morro da Cruz, Valéria Lucinéia de Oliveira, mãe de uma garotinha de três anos, considera que o maior problema na família é o excesso de liberdade oferecida aos jovens. “Os pré-adolescentes já saem sozinhos e chegam às altas horas da noite. Os pais nem se preocupam, estão muito liberais e isso facilita para que os filhos entrem nos caminhos errados”, opina Valéria. Ela conta que já se preocupa com o futuro de sua filha e que pretende educá-la bem de pertinho, participando da vida dela, sendo amiga e transmitindo confiança.

A psicóloga da Apae e membro do PEAS (Programa de Educação Efetivo Sexual), Angélica Mayra Vieira Fernandes, explica que atualmente há uma inversão de valores na família. Não se tem mais o papel de mãe, pai e filho definido, nestes papeis existe regras e responsabilidade a serem seguidas. “Os pais saem cedo para trabalhar, em alguns lares já não convivem mais juntos. E por terem tantos compromissos acabam deixando seus filhos muito livres e depois não conseguem colocar limites”, explica Angélica. A psicóloga ensina que os pais precisam criar o hábito do diálogo com seus filhos desde que são crianças. É preciso ficar claro a questão do respeito, do limite, do papel que cada um tem dentro da família. “Quando se cria o filho com respeito, ele respeita o pai. O que percebo é que neste mundo atual, onde o tempo é curto para fazer tudo, os pais acabam achando que a presença pode ser substituída por um presente”, alerta Angélica.

Caso Eloá

No caso da jovem Eloá, seqüestrada e assassinada pelo ex-namorado, por ter rompido o namoro, a presidente do CMDCA, explica que é nestas situações que família deve ser presente para evitar que se chegue ao fim trágico como foi. “A menina tinha apenas 12 anos quando começou a namorar. Neste caso, os pais devem dialogar, direcionar e justificar o porque o namoro não seria o ideal numa idade ainda de criança, o que acarretaria esse namoro. Também os pais precisam conhecer melhor o passado e a história de vida de quem envolve com seus filhos não só em um namoro, como também em um relacionamento de amizade”, alerta Tânia.

Para a mãe moradora do bairro Morro da Cruz, a jovem Eloá teve muita liberdade para fazer suas escolhas, sendo que ela ainda não estava preparada e nem sabia as conseqüências que o namoro teria. “Acho que a mãe deveria pelo menos ter conhecido melhor o rapaz, a personalidade, o temperamento e como ele era com a família, antes de entregar a própria filha”, disse Valéria.

A psicóloga da Apae e membro do PEAS (Programa de Educação Efetivo Sexual) disse que não julga a mãe de Eloá, mas se pergunta será que em algum momento foi conversado com a jovem a respeito dos sentimentos dela, sobre o porquê do namoro e porque do fim do namoro? A psicóloga lembra que está situação amorosa para uma adolescente é muito difícil e que os pais não conseguem perceber que eles precisam de orientação. “Não param 10 minutos para perguntar para os filhos o porquê ele está triste? Ou como foi seu dia?”, lamenta Angélica.

Gravidez na adolescência

Muitas adolescentes, ainda em fase de crescimento e desenvolvimento do seu corpo, acabam adiantando o processo natural da vida. O corpo ainda em formação, sem muita condição de gerar um bebê acaba se adaptando a situação. Assim como o corpo não está preparado a jovem também não, ela não tem preparo emocional, psicológico e financeiro para cuidar de uma criança. Em muitos casos os pais acabam arcando com as conseqüências da situação. As jovens interrompem o estudo, passam a sentir vergonha do corpo, perdem a juventude e em alguns casos ficam abaladas emocionalmente. A presidente do (CMDCA) Conselho Municipal de Direito da Criança e do Adolescente, Tânia Pugêdo, lembra que isso pode acontecer dentro de qualquer família, mas pode ser evitado, se os pais orientar, investir tempo na criação dos filhos, conhecerem o mundo deles, os anseios, os medos, os traumas o que estão vivendo se está faltando algo.

Quanto à gravidez na adolescência, Valéria Lucinéia de Oliveira, que é mãe de uma menininha de três anos, analisa que os pais, as adolescentes e a mídia erram, por considerar que tudo é normal. Se tudo evolui, porque não deixar que as adolescentes tenham uma vida sexual ativa mais cedo? Isso acaba acontecendo, porém, acontece também uma gravidez fora de hora, uma doença sexualmente transmissível entre outros problemas. “Tudo é muito liberal. Nas festas de Carnaval, por exemplo, distribuem preservativos entre a moçada, sem se preocupar, se, são menores de idade, se ainda estão em processo de formação entre varias conseqüência”, disse Valéria.

Para a psicóloga da Apae e membro do PEAS (Programa de Educação Efetivo Sexual), Angélica Mayra Vieira Fernandes, as jovens procuram um relacionamento amoroso cada vez mais cedo, por causa da falta de contato de se fazer entendida por alguém, dentro de casa, e, é nesta situação que acabam se envolvendo com pessoas que mal conhecem, acreditando que encontraram alguém que terá tempo para conversar, para dar atenção, para achá-la importante. “Se existisse isso na família talvez não fosse necessário sair de casa tão cedo para procurar um parceiro. Porque se as jovens estão bem, se têm amizade com os pais. Elas podem até namorar com pouca idade, mas será com uma outra visão e não a de preencher uma lacuna vazia”, orienta Angélica. Com esse envolvimento precoce, também acabam adiantando uma gravidez, que deveria ser planejada para depois dos estudos, do emprego, do casamento e do preparo para ser mãe.

Drogas

No que se refere ao envolvimento com as drogas, o mais comum nos casos, é o jovem que busca preencher um vazio, ter um momento de alegria, êxtase, poder, alívio ou até mesmo pela simples curiosidade, incentivo e a necessidade de fazer parte de um grupo de amigos. Nunca acham que se tornarão viciados, porém quando assustam já se tornaram dependentes químicos, sem equilíbrio e sem controle dos seus próprios atos. Perdem o emprego, a dignidade, o caráter e até a vida. A presidente do Conselho Municipal de Direito da Criança e do Adolescente, mais uma vez reforça, a família deve estar presente. “Isso pode acontecer em qualquer família, ninguém está isento, mas quando o jovem tem um referencial a seguir, um responsável que senta para conversar, para mostrar que ele não deve freqüentar qualquer lugar, as conseqüências que sofrerá por causa de um ato impensado, o futuro de seu filho pode ser diferente do fim trágico”, destaca Tânia.

Já para Valéria Lucinéia de Oliveira, moradora do Morro da Cruz, falta mais apoio dos órgãos públicos, com campanhas de frente, mais forte e eficaz tanto com o resgate do jovem viciado, quanto com a prevenção das drogas dentro das comunidades. “Também acho que a falta de uma atividade contribui para isso. A lei não permite que um adolescente trabalhe, mas acho que ele deveria ter uma ocupação, ajudar dentro de casa, criando assim mais responsabilidade e contribuindo com os pais. Dessa forma ficariam menos tempo na rua”, sugere Valéria.

A psicóloga da Apae disse que o jovem de hoje conhece dos benefícios e os malefícios das drogas. Eles sabem que, por um momento a droga proporcionará alegria, excitação, para alguns geram dinheiro, poder, mulheres e status, mas, também sabem que gerará uma dependência, perdas pessoais, sofrimento próprio e para a família, em alguns casos acabam detidos ou enterrados. “Por isso procuramos mostrar para o jovem que ele tem a opção de escolha, o livre arbítrio, porém ele tem que saber que arcará com as conseqüências dessa escolha. Trabalhamos primeiro a alta estima do jovem, depois, orientamos a eles que pense no seu projeto de vida, no que ele quer para o seu futuro, estar em uma faculdade ou em uma boca de fumo. O jovem deve ser atuante e protagonista da sua própria história”, detalha Angélica.

PEAS

O PEAS (Programa de Educação Efetivo Sexual), uma iniciativa da Rede Colaborativa- que é a união do terceiro setor, do setor público e privado, na tentativa de formar projetos que beneficia crianças e adolescente do município. O programa trabalha a educação sexual em um âmbito de respeito, de relação de gênero, de projeto de vida, de mudança de valores sempre focando a solução e não o dano. A psicóloga da Apae e membro do PEAS, Angélica Mayra Vieira Fernandes, explica que o objetivo é incentivar o jovem a ter mudança de postura. “Vamos às escolas de encontro ao jovem e trabalhamos de forma lúdica em cima de técnicas de forma que eles percebem a necessidade de mudar seus valores e suas posturas. Isso são coisas que só consegue-se a longo prazo”, disse Angélica.

O programa atende a comunidade do bairro Nossa Senhora de Fátima, por ser a região com o maior número de adolescentes grávidas. Os encontros com os jovens acontecem nas Escolas: E. M. Anibal Machado, E. M. Gabriela Leite, E. M. Vereador José Lopes. Os profissionais que atuam na iniciativa fizeram um curso de capacitação e são todos voluntários. Encontram uma vez por mês no auditório da Fundação Arcellor Mittal para traçarem metas com o intuito de dar continuidade ao projeto.

 
Edição: 694
Postado em: 4/12/2010 2:28:45 PM
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