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AS RUÍNAS DE MELO VIANA VÃO AO CHÃO
 

 Quem passa pela avenida Prefeito Vítor Fantini e olha para o lado do rio Sabará, já se acostumou a ver as ruínas da conhecida Casa de Melo Viana. O casarão está situado próximo a Praça de Esportes. Traços da arquitetura indicam que o sobrado foi construído no final do século XIX, pelas suas características em alvenaria de pedra. Além das muitas histórias que abrigam o imaginário dos sabarenses a casa é mais um traço da história da cidade. Porém, prestes a ir ao chão. Esse é o desejo dos atuais proprietários.

Hoje, o sobrado pertence à família Lamego que não reside na cidade. O lote foi adquirido através de uma negociação há cerca de 20 anos. Um dos herdeiros, Jurandir Lamego, conversou com a Folha de Sabará e explicou o motivo pelo qual ele e os irmãos querem se desfazer do casarão. Segundo Jurandir, as ruínas estão em péssimo estado de conservação e o perigo de cair é eminente. “Há dois meses chamei os bombeiros para avaliarem as condições da construção e o laudo que eles emitiram confirmou as minhas suspeitas. O que resta da casa pode desabar a qualquer instante”, afirmou Jurandir. Ele diz ter medo de uma tragédia e prefere derrubar as ruínas e vender o lote antes que ela cause um problema maior. “Prefiro ser responsabilizado por demolir uma ruína centenária do que ter um peso na consciência de ter machucado alguém. Essa casa é um perigo para os que transitam naquele local”, ressalta o proprietário.

Já houve por parte da família a vontade de preservar e transformar a casa em um museu. Jurandir contou que chegou até fazer uma reunião com o prefeito Sérgio Freitas e o secretário de cultura Francisco Mayrink, porém não obteve resultados. A idéia era revitalizar a ruína e o entorno. Transformar a casa em mais um ponto de turismo na cidade e ainda, aproveitar a linha férrea que passa próxima ao sobrado, para ligar a casa ao Museu de Artes e Ofícios situado na Praça da Estação em Belo Horizonte. O projeto já estava pronto e foi assinado pelo arquiteto Rodrigo Andrade de BH. Segundo Jurandir, a idéia da família Lamego não foi adiante por falta de interesse da Prefeitura de Sabará. “Levar um projeto desses adiante ou qualquer outro que diz respeito a conservação de patrimônio histórico é muito complicado. Implica muitos custos e não há como arcar com os gastos sozinho. Diante disso, não vimos outra alternativa, vamos realmente demolir a ruína e faremos isso até o início de outubro”, esclarece Jurandir.

O proprietário garante que a família se importou com a questão histórica. “Pensamos em duas alternativas: ou vendemos o lote ou o prefeito nos indenize e transforme esse imóvel em um patrimônio do município. Mas a prefeitura não tem dinheiro para assumir essa causa”, ressalta o dono. Além disso, ele diz também que há boatos que existe um processo de tombamento do imóvel, porém até hoje nada lhe foi comunicado.

Segundo Jurandir as ruínas são um perigo constante e a família não quer se responsabilizar por nenhum acidente. Ele é categórico e afirma que a casa de Melo Viana será posta ao chão e o lote será vendido. O terreno está avaliado em R$ 250 mil.

Como era a Casa de Melo Viana: Segundo fotografias antigas, suas sacadas eram de ferro batido ou forjado, trabalhado artisticamente. Seu telhado era em quatro águas, telha canal, o rés do chão em pedra de seixo rolado (pedra branca e dura), o hall de entrada com escada em dois vãos, que se contrapõem, ajuntando-se no segundo pavimento. Seu terreno ia até uma boa parte do Morro da Cruz, próximo à atual Rua Pereira Vieira. Esta área perdeu-se com a construção do ramal ferroviário Santa Bárbara, que passou na parte de trás da casa no ano de 1895. Muitos anos depois a casa foi comprada pelo comerciante e Comendador Manoel Pereira de Melo Viana, pai de Fernando de Melo Viana, que morou poucos anos ali, transferindo-se com a mãe para a nova Capital. A bela casa ficou em ruínas pelo abandono dos seus proprietários, inclusive Fernando de Melo Viana.

 
Edição: 690
Postado em: 9/30/2008 4:51:19 PM
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