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GERAL

PHOENIX CONTINUA PAIRANDO SOB SABARÁ
 

 Recentemente a Folha noticiou a possível construção do Pronto Socorro na cidade. Porém, essa ação seria feita como medida compensatória da empresa Phoenix Mineração e Comércio Ltda. que pretende usar a cidade como caminho para o escoamento de minério. Se ela conseguir licença para atuar em Sabará, os bairros Castanheiras , Roça Grande e a estrada MGT262 receberão grande fluxo de caminhões. Especula-se que sejam 240 caminhões carregados por dia. A empresa apresentou um projeto à prefeitura que prevê o transporte do minério de ferro que seria retirado de uma mina na região do Taquaril pertencente a Belo Horizonte. Os caminhões com esse produto passariam no Castanheiras e Roça Grande, usariam a ponte do Rio das Velhas, indo para a MGT-262 até a Brivel, onde o minério seria lavado e seguiriam para o Anel Rodoviário de Belo Horizonte. Esse projeto inclui a construção e melhoramento de estradas onde os caminhões irão passar, mas representantes dos moradores desses bairros alertam para os transtornos que essa empresa poderá causar.

O líder comunitário de Roça Grande, Carlos Alberto Fernandes, diz que há cerca de nove mil pessoas no bairro e que elas precisam ser informadas, pelo prefeito, sobre o assunto. “Até agora a prefeitura não mostrou o projeto para a comunidade e eu garanto que os moradores não aprovarão esses caminhões passando dentro do bairro. A ponte de Roça Grande não foi construída para isso e não suportará todo o tráfego dessas carretas que carregam de 40 a 45 toneladas de minério”, observa o líder comunitário. Carlos ressalta ainda a necessidade de um plebiscito sobre a Phoenix. “Até então, o povo de Roça Grande não está sabendo de nada. Eles não serão beneficiados com o projeto, pelo contrário, só terão grandes prejuízos. Não compensa construir um Pronto Socorro em troca de todos os transtornos”, argumenta Carlos.

Sobre os possíveis transtornos que a população poderá sofrer, o líder ressalta a depredação das vias que não foram projetadas para o trânsito de carretas e a lagoa que será formada com a lavagem do minério, na Brivel. Segundo Carlos, daqui a alguns anos o local virará uma área de risco. Ele lembrou ainda, o acidente ocorrido em 2002 na mineração em Macacos onde houve uma avalanche de rejeitos de minérios. O representante diz que a ponte de Roça Grande que terá que suportar o grande fluxo de veículos, será protegida pelos moradores. “Não queremos saber quem vai aprovar esse projeto, se vai ser o prefeito, o governador ou o presidente. O que ressalto é que essa ponte é nossa, ela pertence ao povo, que sofreu anos a espera da nova ponte que foi doada pelo governo do Eduardo Azeredo, hoje Senador. Vamos abraçar nossa ponte e agarrar essa luta contra a Phoenix”, diz Carlos Alberto.

A vereadora de Sabará, Fabrícia Soares, também aponta as desvantagens da atuação da Phoenix no município. “A empresa não vai se instalar no município. Ela vai apenas utilizar o solo para o translado. Portanto, não vai trazer nenhum benefício para a cidade uma vez que não terá arrecadação de impostos”, argumenta a vereadora. Além disso, ela diz que a população merece esclarecimentos sobre o projeto e por isso há a necessidade de uma audiência pública. “Nós temos conhecimento de poucas coisas a respeito do assunto porque não está sendo uma negociação transparente. Nem a população e nem autoridades estão sabendo sobre o que está sendo negociado e dados sobre o projeto. A empresa vai construir o Pronto Atendimento de Sabará no valor de 2,5 milhões. Além disso, não é só construir o prédio. Creio que a prefeitura não terá como mantê-lo funcionando com profissionais, equipamentos e medicamentos”, afirma Fabrícia.

Segundo a legisladora, não vale a pena aceitar a construção do Pronto Atendimento em troca de tanta conseqüência e transtornos. “A população de Roça Grande sofrerá as conseqüências e deve-se pensar também na saúde dessas pessoas que respirarão pó de minério durante quatro anos”. Ela diz ainda que as discussões sobre a Phoenix devem ocorrer após as eleições para que o próximo prefeito esteja ciente da responsabilidade que terá que assumir.

O Vereador e conselheiro do Codema (Conselho em Defesa do Meio Ambiente), José Roberto Fernandes, conhecido como Roberto do Bar, também é contra a Phoenix usar as estradas de Sabará. “Terá uma carreta passando a cada seis minutos, indo e voltando, durante 24 horas em quatro anos. Isso para uma cidade que busca alavancar o turismo é um inconveniente muito grande. Além disso, a população de Roça Grande sofrerá com o barulho, com as ruas que não suportarão o tráfego e a saúde deles ficará comprometida, pois correrão o risco de sofrer com problemas respiratórios devido ao pó do minério”, observa Roberto que vai pedir formalmente uma audiência pública para que todos os sabarenses saibam das conseqüências e benefícios desse projeto. “Se não tomarmos partido, Sabará ficará como Congonhas, um verdadeiro caos, com vias com restos de minério e com o povo sofrendo com o pó”, comenta o vereador.

 
Edição: 689
Postado em: 9/22/2008 9:23:04 PM
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