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GERAL

APÓS 28 ANOS DE SERVIÇO, MÉDICO DEIXA A SANTA CASA
 

 Após 28 anos e 4 meses de dedicação e serviços prestados ao Hospital Santa Casa de Misericórdia de Sabará, o médico ginecologista, Dr. Antônio Torres, que atendia nos plantões do hospital, comovido, com os olhos cheios de água, contou à Folha de Sabará, que se demitiu da Santa Casa, no último dia 3. Dr. Antônio não concordou com a administração da Santa Casa, que entregou uma carta aos plantonistas, comunicando que deveriam trabalhar sem anestesista de sobreaviso e deveriam assumir a responsabilidade de tudo o que acontecer em seu plantão. Cada um deveria assinar a carta, aceitando as condições de trabalho impostas. “Não concordo com está carta, porque é um absurdo o médico fazer tudo sozinho. Inclusive o Conselho Regional de Medicina esteve no hospital e falou que isso não pode acontecer”, comenta Dr. Antônio.

Essa decisão da administração do hospital significa que, se o plantonista precisar fazer uma cirurgia de urgência e não tiver o anestesista, como foi no caso da morte da recém-nascida, Eduarda Vitória Alexandre Gomes, que faleceu após aproximadamente 30 minutos de vida, no dia 11 de agosto, como noticiamos na edição 685, na matéria: ‘Pai denuncia Santa Casa por negligência’, a responsabilidade será do plantonista. Nesta situação, onde entra a responsabilidade do hospital que não oferece condições de trabalho para os profissionais e nem condições dignas de atendimento para os sabarenses?

O médico, muito sentido ressalta que nunca pode mudar as situações que via acontecer dentro da Santa Casa, porque não era o responsável, apenas fazia parte do corpo clínico do hospital. “A única coisa que me cabia fazer, era conversar com a direção para que eles tomassem atitudes de mudanças, mas nada era feito”, lamenta o médico.

O ginecologista, conta parte da trajetória vivida na Santa Casa. Segundo ele mesmo sem estar de plantão, a qualquer momento do dia e da noite saía de casa para ajudar os colegas que não eram obstetras e passavam por dificuldades em situações com gestantes que necessitavam da ajuda de um obstetra. “Já teve ocasiões, que me chamaram, três vezes em uma única noite”, disse o ginecologista. Também conta que de 120 partos, no período de um mês, chegou a fazer 75 entre cesariana e parto normal. “Já coloquei ao mundo cerca de dez mil e quinhentos sabarenses. É chorando e muito sentido que saio da Santa Casa”, se emociona Dr. Antônio.

O médico lembra de um outro caso, uma paciente que havia saído do seu consultório com cirurgia marcada. No caminho de volta para casa sofreu um acidente, em que um cavalo afundou seu crânio. A paciente teve morte cerebral, mesmo assim, Dr. Antônio juntamente com um outro médico operou a paciente, trazendo ao mundo uma menininha que hoje, já é uma moça.

Agora, Dr. Antônio pretende descansar por pelo menos três meses de casos que envolvem cirurgias. “Depois vou procurar outro lugar para operar. Já fui até convidado por um colega de Caeté”, informa o ginecologista. Ele continuará atendendo em seu consultório na Polimed e no Posto de Saúde do Morro da Cruz. ‘

 
Edição: 688
Postado em: 9/16/2008 4:53:03 PM
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