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PAI DENUNCIA SANTA CASA POR NEGLIGÊNCIA
 

 

No último dia 11, a menininha Eduarda Vitória Alexandre Gomes, faleceu minutos depois de sua chegada ao mundo, no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Sabará. Ela não teve nem a oportunidade de sentir os braços e o carinho de seus pais. Inconformado com a morte de sua filha e com a falta de atenção em que sua esposa foi tratada, José Eustáquio Aparecido Gomes, procurou a Folha de Sabará para relatar a negligência no atendimento vivenciado na Santa Casa por sua esposa e filha. José Eustáquio conta que o parto cesariana, já havia sido recomendado 12 dias antes da morte do bebê, mas que todas as vezes que procuravam o atendimento do hospital Santa Casa, os médicos sempre os dispensavam. Ele ainda disse que a esposa passa bem, mas que o emocional do casal está abalado. “Depois de 9 meses esperando para levar meu bebê para casa, tivemos que deixá-lo para trás”, se emociona José Eustáquio. A menininha seria a primeira filha do casal.

O pai da garotinha relata que no dia 29 de julho sua esposa, Rosilene da Conceição Alexandre, fez um ultra-som na clínica Cemae (Centro Municipal de Atendimento Especializado), com a Dra.Carla Matarelli, conforme laudo apresentado à Folha durante sua entrevista. “A Dra. escreveu uma observação no próprio ultra-som alertando para a perda de líquido amniótico e que a operação deveria ser feita no mesmo dia”, conta José Eustáquio. Então o casal imediatamente seguiu para o hospital Santa Casa, onde o médico de plantão era o Dr. Pedro Arthur Prad Filho, que fez o teste de toque na paciente e disse que não poderia fazer a cesariana, porque ela não estava em jejum. “Isso era aproximadamente 19h. Então ele pediu para a gente voltar no outro dia pela manhã, já que o médico que fazia o acompanhamento da minha esposa era o Dr. Sérgio Melo, e ele estaria presente no hospital”, relata José Eustáquio.

Segundo o pai da menininha, no dia 30 de julho, conforme recomendação do Dr. Pedro Arthur, voltaram ao hospital pela manhã em jejum para realizar a cesariana. “Procuramos o Dr. Sérgio Melo, que era o médico que fazia o acompanhamento da minha esposa, e ele, saiu falando pelo corredor do hospital que aquele ultra-som não dizia nada e que, se a gente tivesse alguma dúvida era para procurarmos um hospital mais sofisticado em BH”, desabafa José Eustáquio. Quando foi no dia 1º de agosto voltaram ao hospital Santa Casa, com esperança de resolver a situação. Dessa vez foram atendido pelo médico Dr. Antônio Torres que fez o teste de toque e novamente dispensou a paciente. Segundo o pai, o médico disse que o bebê só nasceria do dia 15 ao dia 22. “Quando foi no dia 10, por volta das 23 horas, minha esposa começou a ter um sangramento, então imediatamente, fomos para o hospital Santa Casa. Chegando lá o Dr. Antônio Torres, que já havia dispensado ela, dizendo que o bebê só nasceria do dia 15 ao dia 22, dessa vez disse que não poderia fazer a cirurgia porque não tinha um anestesista”, conta José Eustáquio.

Então a paciente, Rosilene, esperou até o outro dia, por volta das 8h30, até que chegasse um anestesista, para realizar a operação, que acabou sendo feita pelo médico que entrou em plantão, Dr. Marco Lázaro Trindade. Nesta ocasião, já era tarde demais. Segundo o pai, a menininha nasceu roxa, sendo levada imediatamente para a incubadora e colocando-a no oxigênio. “Quando entrei na sala, onde ela estava, a vi chorando e respirando com dificuldade, depois de meia hora veio a notícia, a minha filha faleceu”, se indigna o pai.

Postura dos médicos e do hospital
O médico Dr. Pedro Arthur Prad Filho, que atendeu a paciente no dia 29 julho, pedindo-a para voltar no outro dia e procurar Dr. Sérgio Melo, que havia feito o seu pré-natal, foi procurado no hospital Santa Casa e nas clinicas que presta atendimento, mas não conseguimos ouvi-lo.

O Dr. Sérgio Melo que acompanhou o pré-natal da paciente, esclareceu que no dia 30 de julho, quando atendeu a paciente, imediatamente chamou o pai e disse que a situação precisava ser resolvida rapidamente, porque o líquido amniótico estava diminuindo e a placenta se encontrava no terceiro grau, ou seja, a placenta já estava envelhecida. “Como não temos pediatra de plantão, não temos berçário de alto risco. Quando precisamos de um anestesista temos de chamar e demora a chegar. E como poderíamos precisar desses recursos, porque não sabíamos se o bebê nasceria bem, então sugeri ao casal quatro hospitais em BH que tinham berçário de alto risco”, conta Dr. Sérgio.

Dr. Sérgio ainda conta que hoje, dia 20, dia em que a Folha realizou esta entrevista, era o único médico de plantão para atender todos os casos. “Neste momento tem um médico e um pediatra ajudando, depois vão embora. Acaba sobrando a maior parte para o médico que está de plantão. Quando chega urgência tenho que interromper o atendimento das pessoas que já estão esperando, o que gera reclamação e aumenta ainda mais a fila de espera”, expõe a realidade de trabalho, Dr. Sérgio. Ainda relatou que atende por plantão aproximadamente 100 pessoas, fora os casos de pequenas cirurgias. “O hospital não tem condições de arca com profissionais para ficar aqui direto”, disse Dr. Sérgio.

O Dr. Antônio Torres que disse que o bebê só nasceria do dia 15 ao dia 22 e que também não operou a paciente, porque segundo o que ele relatou para o pai não tinha anestesista, não quis se pronunciar sobre o assunto.

O Dr. Marco Lázaro Trindade que chegou para seu plantão no dia 11 e acabou fazendo a cirurgia, quando o anestesista compareceu, disse que antes da operação conversou com o pai, mas também não quis entrar em detalhes.

O diretor técnico do hospital, Dr. Ernesto Lima de Assis, também não esclareceu os motivos que causaram a morte da menina. De acordo com o Dr. Ernesto foi solicitado à Comissão de Prevenção de Mortalidade Fetal e Infantil e à Comissão de Óbito Geral do hospital, no último dia 13, dois dias após a morte da menina, um parecer, para relatar as condições do procedimento e que até no dia 23, esse relatório ficará pronto. “Após este parecer, farei um relatório que será levado à diretoria, para as devidas providências”, disse Dr. Ernesto Lima.

O provedor do hospital, Dr. Mário Guerra, disse que não tem notícia da falta de anestesista, e segundo ele o que motivou o óbito não foi a falta de anestesista, mas também não esclareceu o que foi. “Estou aguardando o relatório da Comissão de Óbito”, disse o provedor. Quando questionado sobre a falta de pediatra disse que o hospital possui seis, mas não soube explicar se estavam no hospital.

A Folha de Sabará voltará ao Hospital, para ter conhecimento do parecer do motivo que ocasionou a morte da recém-nascida, Eduarda Vitória Alexandre Gomes. De acordo com o diretor técnico do hospital, Dr. Ernesto Lima de Assis, o relatório ficará pronto no dia 23.

 
Edição: 685
Postado em: 8/25/2008 12:22:55 PM
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