vossblues.no Parajumpers jakke Norge canada goose jacket sale canada goose jakker dame doudoune canada goose homme manteau canada goose pas cher canada goose jacket sale billiga canada goose jackor

:: Sabaranet.com.br :: O Portal de Sabará :: SABARÁ ANTES E AGORA: O QUE MUDOU? :: REDAÇÃO ::
 

Veja todos os serviços de TELE-ENTREGA de Sabará
VEÍCULOS - CARROS
VEÍCULOS ANUNCIOS
CONSULTE

IMÓVEIS - LOTES
TERRENO - CENTRO HISTÓRICO
CONSULTE

IMÓVEIS - LOTES
PROCURO NO SCHARLÉ
CONSULTE

OUTROS
SUA MAIS NOVA OPÇÃO EM SABARÁ!
CONSULTE

INFO - OUTROS
DIGITAÇÃO EM GERAL PARTICULAR E EMPRESA
CONSULTE

Inclua seu anúncio GRATUITAMENTE*
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

E-Mail:
Assinar
Remover


 
COMUNIDADE

SABARÁ ANTES E AGORA: O QUE MUDOU?
 

 Sr. Hermano Ramos, de 97 anos, mora em Sabará desde que nasceu. Aqui também casou-se e teve sete filhos. Ele relembra a época da sua juventude na cidade e diz que sente saudade dos bailes nos clubes, dos carnavais de marchinhas e dos grandes clubes de futebol da cidade como o Siderúrgica e o Botafogo. Ele jogou muitos anos no Siderúrgica e ainda se lembra quando comemorou o título de campeão mineiro de 1964.

Além disso, outras boas lembranças que “seu Hermano” guarda da época da sua juventude em Sabará são os constantes bailes que ocorriam nos clubes. “Eu era um ótimo dançarino. Todas as moças queriam dançar comigo. Eu saía de um clube e passava em outro. Hoje não tem mais nada na cidade e nem as festas não são mais as mesmas”, fala Hermano que relembra que também tocou saxofone durante 67 anos na banda Santa Cecília. “Só parei de tocar porque fiquei doente. Mas era muito bom tocar nas festas em Roça Grande, Pompéu, Arraial Velho, na Festa do Divino. Naquela época a gente curtia as festas mais saudavelmente. Hoje os jovens abusam muito”, ressalta.

Outro senhor que conta-nos o que Sabará tinha de bom em tempos passados é Waldemar Dionísio da Rocha, de 77 anos. Mais conhecido como “Vavá” ele diz que nasceu em Ravena, mas cresceu no centro. Segundo ele, na época de sua juventude a cidade ainda era pacata e a violência não assustava ninguém. “A porta da minha casa dormia aberta. Não tínhamos medo de ladrão. Hoje, a realidade é assustadora”, comenta Vavá. Ele relembra também, que os rapazes iam para a pracinha Santa Rita e as moças ficavam passeando na praça. “Ali, nós arrumávamos as namoradas”, lembra Waldemar.

Dona Augusta Pereira Chagas, de 88 anos, nasceu em Sete Lagoas (MG) mas quando casou-se mudou para Sabará. Faz 50 anos que ela mora na cidade e diz se considerar sabarense de coração. Ela lembra que a maior dificuldade nas décadas de 50 e 60, era o comércio que não tinha. “Havia somente um armazém na cidade, de Pedro Marques, e comprávamos os mantimentos lá. Alguns produtos, nós tínhamos que plantar, como verduras e legumes”. Dona Augusta diz que lavava seus cabelos com sabão em barra que ela mesma produzia. “Esses produtos como sabonete e xampus, eram muito caros. Quando queríamos tais coisas, tinha que mandar trazer de Belo Horizonte”.

Para ir à capital, também era difícil. Dona Augusta lembra que o meio utilizado era o trem. “Chamava-se subúrbio o que levava a BH. O horário era escasso, tinha de manhã e a tarde”. Ela diz que havia apenas um ônibus que circulava dentro de Sabará e que o povo conhecia como “patchanga”. Dona Augusta criou seus 11 filhos em Sabará. “Criei família aqui e tudo era tranqüilo e saudável. Ainda é, mas a cidade cresceu muito, os tempos mudaram e hoje, com certeza está mais violenta. Meus netos e bisnetos não têm mais a infância que meus filhos tiveram. Temos medo de cria-los soltos”, ressalta dona Augusta.

Renato Michel Irrthum Lopes, tem 26 anos e é empresário. Ele tem uma loja de perfumaria no centro de Sabará e como jovem, relata o que a cidade oferece às pessoas da sua idade. Na opinião de Renato, a cidade já foi mais tranqüila. “Eu passei a minha adolescência tocando violão na praça até de madrugada e nunca presenciei nenhum tipo de violência. Usufrui um pouco de uma cidade pacata, mas os adolescentes de hoje, talvez não tenham mais essa sorte, afinal, faltam até opções de entretenimento saudáveis e seguras”, diz Renato.

Já para a sabarense Flávia de Paula, de 30 anos, a cidade tem boas coisas a oferecer, principalmente, na questão cultural. “De uns tempos para cá tem tido bastante evento, as peças de teatro estão com preços melhores, às vezes até gratuitos. Acho que a cidade está resgatando e aquecendo o lado cultural”, declara a jovem. Flávia é mãe de duas meninas, uma de 9 e outra de 10 anos e diz que sua maior preocupação hoje, em Sabará, é a violência. “Não deixo minhas filhas andarem sozinhas pela rua. Quando eu tinha a idade delas, eu era criada mais solta. Não havia tanta violência como hoje. Na minha adolescência depois das festas a gente ia embora para casa a pé. Hoje já não dá mais. O medo de assalto é constante”, observa Flávia.

 
Edição: 680
Postado em: 7/22/2008 12:53:56 PM
Anuncios Sabaranet | Fone: 31 8590-4080
     

 

     


Veja mais notícias

 

Estrada Real

 

 

.

Visitantes on-line: 2193

.
.
aa
aa

.