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POLICIAL

TRÁFICO LIDERA CRIMINALIDADE NO MUNICÍPIO
 

 Um dos graves problemas que a sociedade enfrenta é o avanço do tráfico de drogas nas cidades. Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), o mercado das drogas movimenta, anualmente, entre 300 e 500 bilhões de dólares. E representa, aproximadamente, 0,5% da economia dos países desenvolvidos e entre 2% a 3% da economia dos países em desenvolvimento, que é o caso do Brasil. Ainda segundo estatísticas da Organização, cerca de 15 mil jovens brasileiros perdem suas vidas anualmente por causa do tráfico de drogas. As mortes são normalmente associadas às guerras entre gangues pelo controle de territórios, queima de arquivos e morte de pessoas que não seguem ordens ou roubam drogas e dinheiro dos traficantes.

Sabará também sofre conseqüências do tráfico de drogas. Segundo o delegado adjunto da 30ª regional de Sabará, Dr. Orivelton Soares Pacheco, 70% dos 117 presos que estão na delegacia da cidade foram detidos por envolvimento com drogas. Além disso, ele afirma que o número de menores nesses casos está alarmante. “A situação de Sabará é preocupante porque está ocorrendo muitos casos de apreensões de menores de idade envolvidos com o tráfico. O problema muitas vezes nasce no âmbito social. São crianças que estão fora da escola, não tem estrutura familiar e passam por problemas sociais graves como fome e falta de habitação”, argumenta o delegado.

Dr. Orivelton diz que a Polícia Civil tenta tirar o menor do meio do tráfico, deixando-o detido na delegacia por 45 dias. “Juntamente com o Conselho Tutelar ós tentamos reintegrá-lo à
sociedade. Mas também não dá para apreender todos porque não temos estrutura para isso”.

Segundo o comandante da 15ª Cia Ind. da Polícia Militar de Sabará, major Pedro Américo, os bairros mais críticos são o General Carneiro, o Fátima e o Adelmolândia, onde muitas ocorrências são registradas por uso e por tráfico de drogas. Somente no mês passado, a PM apreendeu em Sabará, 284 pedras de crack, 178 papelotes de cocaína, 1,850 gramas e 146 buchas de maconha. De janeiro a maio desse ano, 126 adultos e 37 adolescentes foram presos por envolvimento com drogas. O comandante ressalta que não existe em Sabará um “mega” traficante. “Existem os que buscam as drogas em BH, como na Pedreira Prado Lopes e no Morro das Pedras e as vendem aqui. São pequenas quantidades que entram na cidade, cerca de três ou quatro quilos por traficante. Existem gangues relacionadas até mesmo com Neves”.


Traficante ou usuário?

Configura-se tráfico o comércio de qualquer quantidade de drogas ilícitas. Mas para um suspeito ser autuado pela polícia como traficante vai depender da situação em que ele foi flagrado. Segundo o comandante da 15ª Cia Ind. da Polícia Militar de Sabará, não é a quantidade de drogas mas sim a interpretação dos fatos que define o tráfico. “É muito comum pegarmos pessoas com poucas drogas mas com grande quantidade de dinheiro trocado ou até mesmo com saquinhos de plástico que são usados para embalar a droga. Independente se são 2 pedras, 2 quilos ou duas toneladas, se ele vende, já está configurado tráfico”, explica o major.

O delegado Dr. Orivelton Soares Pacheco, admite que a maioria dos detidos não fica presa e aponta que um dos motivos é a Lei que tornou-se mais branda. O delegado informou que a legislação não coloca mais o usuário para responder processo e isso facilitou muito a vida dos detidos. “Agora temos que ter elementos fortíssimos para conseguir encaixar a pessoa como traficante. Às vezes sabemos que o indivíduo comercializa a droga, mas as circunstâncias na qual ele foi flagrado não encaixam na Lei que configura tráfico. Pois, às vezes a pessoa é pega com cinco buchas de maconha e só isso não nos dá elementos para autuá-la como traficante porque ele alega que é para o próprio consumo”, explica Dr. Orivelton.

O combate às drogas na cidade

O major Pedro Américo diz que o tráfico só existe em função do mercado composto de usuários e que para reduzir o uso de drogas ilícitas existe um único caminho viável, a educação e a prevenção. APM desenvolve alguns projetos na comunidade visando o combate das drogas e a conscientização das crianças, como por exemplo, o Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas).

A PM tem também, um projeto chamado “Olhos de Águia” que tem o objetivo de combater o uso de entorpecente. “Nós buscamos fazer o reconhecimento das pessoas envolvidas com as drogas, o mapeamento dos locais. Acionamos o Ministério Público para que sejam emitidos mandados de busca e apreensão. Para que possamos combater esse tipo de crime”.

Ainda há o tráfico na porta das escolas. Para impedir a ação desses marginais, existe o “Guardião Escolar” que é uma patrulha da PM que tem o objetivo de identificar as pessoas que não são estudantes, mas que ficam nas portas das escolas abordando os alunos. O comandante ressalta que o tráfico só acontece porque existe o usuário e que a melhor forma de combater o avanço do tráfico ainda é a boa educação. “Se não deixarmos nossos filhos se envolverem com as drogas evitaremos o crescimento do fornecedor e do consumidor. O combate não depende só da polícia. A prevenção nasce de dentro de casa”.

O uso de drogas acarreta outros tipos de crimes na sociedade. Geralmente o usuário furta ou rouba para trocar as mercadorias por drogas ou vendêlas para captar recursos financeiros para o consumo dos entorpecentes. O usuário tem a necessidade de pagar o traficante o que consumiu. “Portanto, combatendo o tráfico na cidade diminuiremos, consequentemente, os demais crimes”, argumenta o major Pedro Américo.

 
Edição: 678
Postado em: 7/7/2008 6:40:59 PM
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