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INDUGAIA E A PREOCUPAÇÃO AMBIENTAL
 

    A Indugaia, empresa que transforma os ossos de origem animal em suplemento para ração, pode ser considerada uma grande empresa de reciclagem. Hoje, ela responde por 60% do mercado de ossos dos frigoríficos de Minas. São 120 funcionários trabalhando para transformar o que seria “lixo” em produto que será consumido por pecuaristas, como a farinha para ração de frangos e suínos. Em Minas Gerais, há somente duas empresas de grande porte que fazem esse tipo de serviço. 

    Em 2006 a empresa investiu R$ 700 mil em melhorias estruturais e em ações ambientais. Novamente este ano, ela comprou novos equipamentos para melhorar a produção e a qualidade da fumaça que é emitida no ar. A multiciclone, máquina avaliada em R$ 1 milhão, pode ser considerada ecologicamente correta pois vai tratar os gases que saem da caldeira. A lenha é queimada para fornecer calor e esse material após queimado soltava fuligem e causava poluição. Segundo o gerente administrativo, Antônio Rodrigues dos Santos Júnior, agora, antes de serem emitidos no ar, a fumaça oriunda da caldeira será filtrada. “Não haverá mais as cinzas nem a fumaça escura. Adquirimos essa máquina moderna para diminuir os gases e fumaça ao meio ambiente”, ressalta o gerente.

    A Indugaia tem procurado melhorar de todas as formas a questão do mau cheiro. A área da produção foi enclausurada, ou seja, foi toda coberta e com exaustores dentro. Com isso, joga-se os gases que antes eram emitidos no ar para um “lavador de gases” que filtra-os antes de liberá-los à atmosfera. “É claro que todos os mecanismos para amenizar o mau cheiro oriundo do processo de cozimento dos ossos estão sendo feitos”, esclarece Júnior.

    Hoje a empresa conta com uma frota de 48 caminhões próprios, todos tipo caçamba, vedados e com dreno para não vazar cheiro e nem água. Os veículos coletam mercadoria em um raio de 100 a no máximo 150 km, para que o produto chegue em bom estado de conservação. Por isso, a Indugaia absorve somente os resíduos dos frigoríficos de BH e Região Metropolitana.

    Outra máquina também foi adquirida pela empresa para fazer a esterilização da farinha. Esse equipamento tem o objetivo de deixar o produto final mais puro. O investimento foi de R$ 600 mil e, segundo o gerente, ela estará funcionando em poucos dias. “A torta antes de virar farinha passará por um processo de alta temperatura para matar as bactérias que tiverem no produto. A farinha ficará mais pura e de acordo com o que o Ministério da Agricultura exige”.

    A Indugaia, além de comercializar o sebo, produto originado do cozimento do osso, para a produção de sabão e sabonete para a Unilever, agora também vai vender esse produto para o mais novo mercado do biodiesel, aumentando assim a contribuição da empresa para a preservação do meio ambiente já que o sebo não polui como o combustível tradicional oriundo do petróleo.

 
Edição: 675
Postado em: 6/6/2008 6:59:36 PM
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